O mundo é feito de fases, assim como as da lua, hoje ao olhar pela janela á vi faltando uma parte, uma metade, me senti como ela, brilhando, marcando presença, mas não estando completa, faltando algo, ou alguém . Outro dia ela estava sorrindo pra mim, assim que a vi só avistei um sorriso,um traço, do mesmo jeito tornei minha noite feliz. Suas fases são obvias este é o problemas, pois ela sabe demonstrar e eu não.
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terça-feira, 18 de junho de 2013
O mundo é feito de fases, assim como as da lua, hoje ao olhar pela janela á vi faltando uma parte, uma metade, me senti como ela, brilhando, marcando presença, mas não estando completa, faltando algo, ou alguém . Outro dia ela estava sorrindo pra mim, assim que a vi só avistei um sorriso,um traço, do mesmo jeito tornei minha noite feliz. Suas fases são obvias este é o problemas, pois ela sabe demonstrar e eu não.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Sou composta por urgências:
minhas alegrias são intensas;
minhas tristezas, absolutas.
Entupo-me de ausências,
Esvazio-me de excessos.
Eu não caibo no estreito,
eu só vivo nos extremos.
Pouco não me serve,
médio não me satisfaz,
metades nunca foram meu forte!
Todos os grandes e pequenos momentos,
feitos com amor e com carinho,
são pra mim recordações eternas.
Palavras até me conquistam temporariamente...
Mas atitudes me perdem ou me ganham para sempre.
Suponho que me entender
não é uma questão de inteligência
e sim de sentir,
de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca.”
Clarisse Lispector

quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Olhos verdes (Golçalves Dias)
Eles verdes são:
E têm por usança
Na cor esperança
E nas obras não.
Camões, Rimas.
São uns olhos verdes, verdes,
Uns olhos de verde-mar,
Quando o tempo vai bonança;
Uns olhos cor de esperança
Uns olhos por que morri;
Que, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Como duas esmeraldas,
Iguais na forma e na cor,
Têm luz mais branda e mais forte.
Diz uma - vida, outra - morte;
Uma - loucura, outra - amor.
Mas, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
São verdes da cor do prado,
Exprimem qualquer paixão,
Tão facilmente se inflamam,
Tão meigamente derramam
Fogo e luz do coração;
Mas, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
São uns olhos verdes, verdes,
Que pode também brilhar;
Não são de um verde embaçado,
Mas verdes da cor do padro,
Mas verdes da cor do mar.
Mas, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Como se lê num espelho
Pude ler nos olhos seus!
Os olhos mostram a alma,
Que as ondas postas em calma
Também refletem os céus;
Mas, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Dizei vós, ó meus amigos
Se vos perguntam por mi,
Que eu vivo só da lembrança
De uns olhos da cor da esperança,
De uns olhos verdes que vi!
Que, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Dizei vós: Triste do bardo!
Deixou-se de amor finar!
Viu uns olhos verdes, verdes,
Uns olhos da cor do mar;
Eram verdes sem esp’rança,
Davam amor sem amar!
Dizei-o vós, meus amigos,
Que, ai de mi!
Não pertenço mais à vida
Depois que os vi!
Como o profº Nailor disse: as piores mulheres são as olhos verdes! kk
'gostei da poesia e decidi postar aqui.
E têm por usança
E nas obras não.
Camões, Rimas.
São uns olhos verdes, verdes,
Uns olhos de verde-mar,
Quando o tempo vai bonança;
Uns olhos cor de esperança
Uns olhos por que morri;
Que, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Como duas esmeraldas,
Iguais na forma e na cor,
Têm luz mais branda e mais forte.
Mas, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
São verdes da cor do prado,
Tão facilmente se inflamam,
Tão meigamente derramam
Fogo e luz do coração;
Mas, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
São uns olhos verdes, verdes,
Que pode também brilhar;
Não são de um verde embaçado,
Mas verdes da cor do padro,
Mas verdes da cor do mar.
Mas, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Como se lê num espelho
Pude ler nos olhos seus!
Os olhos mostram a alma,
Que as ondas postas em calma
Também refletem os céus;
Mas, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Dizei vós, ó meus amigos
Se vos perguntam por mi,
Que eu vivo só da lembrança
De uns olhos da cor da esperança,
De uns olhos verdes que vi!
Que, ai de mi!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Dizei vós: Triste do bardo!
Deixou-se de amor finar!
Viu uns olhos verdes, verdes,
Uns olhos da cor do mar;
Eram verdes sem esp’rança,
Davam amor sem amar!
Dizei-o vós, meus amigos,
Que, ai de mi!
Não pertenço mais à vida
Depois que os vi!
Como o profº Nailor disse: as piores mulheres são as olhos verdes! kk
'gostei da poesia e decidi postar aqui.

sábado, 24 de julho de 2010
Às vezes, tudo é.
Tão frio e tão quente, como um olhar.
Tão escuro e tão brilhante, como um fim do túnel
Tão bonito e tão feio, como o amor.
Tão transparente e tão obscuro, como o pensamento.
Tão fofo e tão ridículo, como atitudes de dois apaixonados.
Tão rápido e tão lento, como o tempo.
Tão verdadeiro e tão falso, como as palavras que você diz.
Tão protetor e tão assustador, como as pessoas.
Tão lindo e tão brega, como serenatas de amor.
Tão Feliz e tão triste como minha alto estima.
Tão acolhida e tão sozinha como as minhas atitudes.
Tão anormal e tão normal, como eu.

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